O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mencionou a morte de Ana Clara, menina de 5 anos atingida por um tiro de fuzil disparado por um policial militar em Niterói, ao pedir votos para o segundo turno das eleições presidenciais, durante um ato de campanha em Copacabana, no Rio de Janeiro neste sábado (24). Em referência ao episódio, Lula afirmou que mulheres que se sensibilizaram com a dor da mãe da criança não deveriam votar em Flávio Bolsonaro (PL).
“Cada mulher que sentiu a dor daquela mãe que perdeu o filho, uma menina de 5 anos com uma bala de um policial bandido. Cada mulher não pode votar no miliciano”, declarou o presidente, ao encerrar seu discurso. Na sequência, pediu que os eleitores votem nele no domingo (25).
A fala ocorreu durante um evento de campanha no qual Lula também convocou apoiadores a mobilizar eleitores que não compareceram às urnas no primeiro turno. O presidente defendeu visitas às casas e ações para facilitar o deslocamento de pessoas sem condições de chegar aos locais de votação.
“É pelo Brasil”
“Vamos visitar cada casa e convencer as pessoas a irem votar. Não é por mim, não é pelo meu adversário, não é por vocês, é pelo Brasil que nós temos que votar”, afirmou.
Lula também agradeceu a aliados e apoiadores presentes e disse acreditar que as mulheres terão papel decisivo no resultado da eleição. Ao concluir, declarou seu carinho pelo estado e reforçou o pedido de voto no número 13, do PT.
“Povo do Rio de Janeiro, eu amo vocês! E vocês sabem que quem vai ganhar estas eleições são as mulheres!”, disse. O presidente encerrou o discurso com um apelo para que os eleitores votem em sua candidatura, argumentando que a escolha é importante para a preservação da democracia.
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Lula lembra Ana Clara e diz, em ato no Rio: “mulher não pode votar no miliciano”
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